quinta-feira, 2 de junho de 2016

Pelos seus frutos os conhecereis

Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória, por amor de vossa misericórdia e fidelidade. 
Casa de Aarão, confia no Senhor: ele é o seu amparo e o seu escudo. (Salmo 113)


Aarão Jorge Júnior e Zenaide Ribeiro Aarão geraram três filhas:


Consuelo Aarão, nascida em 9 de maio de 1938
Regina Martha Aarão, nascida em 28 de fevereiro de 1939
Bernadete Aarão, nascida em 17 de junho de 1950


Aarão e Zenaide

Aarão e Zenaide e as filhas:
Regina Martha (esquerda); Bernadete (centro) e Consuelo (direita)



Consuelo casou-se com Cesar e gerou três filhas:

Rachel, nascida em 7 de fevereiro de 1964
Patrícia, nascida em 1 de abril de 1965
Silvana, nascida em 12 de janeiro de 1968

Consuelo

Rachel

Patrícia

Silvana


Regina Martha casou-se com José  e gerou dois filhos:

Tânia Cristina, nascida em 5 de agosto de 1960
Cláudio José, nascido em 20 de novembro de 1961

Regina Martha


Tânia Cristina

Cláudio José



Betina (Bernadete) casou-se com Maxime e gerou 1(um) filho:

Philippe, nascido em 12 de março de 1981


Betina

Philippe


Tânia Cristina casou-se com Benedito Eduardo e gerou dois filhos:

Gabriela, nascida em 4 de julho de 1988
Pedro, nascido em 2 de julho de 1996

Gabriela
Um dia, entro em casa, e Gabi - bem pequenininha - olhou-me com os olhinhos brilhando e disse: "Dindão"! Nunca mais fui o mesmo, e meu nome mudou. (Cláudio, ou, como quis a Gabi, "Dindão"). 






Pedro
Pedrinho é um Gentlheman! Desde a mais tenra idade já se portava com um verdadeiro homem nobre, no sentido mais puro da palavra: gentil com todos, carinhoso, atencioso, de uma simpatia ímpar. Um "amigão". (Dindão) 





Patrícia casou-se com Luiz e gerou três filhos

Gabriel, nascido em 27 de agosto de 1996
Luiza, nascida em 14 de agosto de 1999
Luana, nascida em 14 de agosto de 1999

Gabriel

Luana

Luiza


Silvana casou-se com Renato e gerou 1(um) filho:

Bruno, nascido em 5 de fevereiro de 1996


Bruno



No plano de Deus Criador e Redentor a família descobre não só a sua «identidade», o que «é», mas também a sua «missão», o que ela pode e deve «fazer». As tarefas, que a família é chamada por Deus a desenvolver na história, brotam do seu próprio ser e representam o seu desenvolvimento dinâmico e existencial. Cada família descobre e encontra em si mesma o apelo inextinguível, que ao mesmo tempo define a sua dignidade e a sua responsabilidade: família, «torna-te aquilo que és»!
A família possui vínculos vitais e orgânicos com a sociedade, porque constitui o seu fundamento e alimento contínuo mediante o dever de serviço à vida: saem, de facto, da família os cidadãos e na família encontram a primeira escola daquelas virtudes sociais, que são a alma da vida e do desenvolvimento da mesma sociedade.
Assim por força da sua natureza e vocação, longe de fechar-se em si mesma, a família abre-se às outras famílias e à sociedade, assumindo a sua tarefa social(Familiaris Consortio)